Chiclete (Para o sexto ano de 2012)



Todos já tinham descoberto minha identidade secreta, quando resolvi acariciá-los com um pouco de poesia. No cotidiano de páginas carimbadas de vermelho, sinaleiros azuis nos guiaram para um céu de estrelas coloridas. Não foi necessário qualquer esforço para que compreendessem a simplicidade dos versos, que passaram a ser mastigados feito chicletes. Da mistura da saliva com o sabor e o sangue da poeta, bolas cintilantes de todos os tamanhos foram estalando ideias. PLOCT! Uma nova rotina, sem qualquer esforço. Um a um, até que todos cederam um passo do seu espaço para a alegria de se ver todos os dias.

(Barbara-Ella

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